sexta-feira, 13 de junho de 2008

Minha morada

Minha fulô do sertão
Minha boneca de pano
Minha guria de largo sorriso
Meu anjo da guarda

Arrombaste os portões
da minha solidão
me pegou pela mão
e me trouxe pra luz

Amo a ti
como ti a mim
Na minha vida
não tem lugar
pra mais ninguem
a não ser que venha
de dentro de você

Tão bela fulô
tão belo amor
Deixe me ainda
Viver nessa morada
O teu coração

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