Quase um ano de luta,
Tão grandes batalhas,
Lindos dias de paz,
Mas agora, não posso mais.
Enfreitei dragões,
Feras, ares e mares,
Mas agora nada resta,
Olho em volta, fim de festa.
Cade a princesa?
No peito não há medalha,
Fecha-se a mortalha.
Mantenham a vela acesa.
Nessa guerra insana,
Tive a cabeça decepada,
As asas cortadas,
Pernas? Não as tenho.
Agora um alvo facil,
Tal qual Ulisses,
Abutres ferem o combalido
Velho coração relutante,
Desiste em nenhum instante,
Nem nessa hora
Por sorte, quem sabe: - A morte.
terça-feira, 1 de julho de 2008
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